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Vaga Para Paralegais Comunitárias

    Girl Child Rights

    Descrição da Vaga

    VAGA ABERTA | PARALEGAL (02 VAGAS)

    Local: Província de Cabo Delgado – Distritos de Muidumbe e Nangade

    17 de julho

    Prazo para Candidatura: 15 de março de 2026

    A Girl Child Rights (GCR) pretende recrutar 02 (duas) Paralegais Comunitárias para integrar a sua equipa no âmbito do Projecto de Protecção e Resposta à Violência contra Mulheres e Raparigas (VCMR) implementado em consórcio com AVSI e Humanity & Inclusion (HI) e financiado pelo ACNUR. Se tens experiência em apoio legal comunitário, encaminhamento de sobreviventes e trabalho comunitário em contextos humanitários, esta pode ser a tua oportunidade de contribuir para fortalecer o acesso à justiça e a proteção de mulheres e raparigas nas comunidades.

    Principais Responsabilidades

    • Prestar informação jurídica básica aos sobreviventes de Violência contra as Mulheres e Raparigas (VCMR) e aos membros da comunidade;
    • Explicar os procedimentos legais e as opções disponíveis para denúncias e acesso à justiça;
    • Apoiar o encaminhamento seguro e voluntário dos sobreviventes para os serviços de saúde, apoio psicossocial, polícia e justiça;
    • Trabalhar em coordenação com Oficiais de Género, parceiros do consórcio e autoridades locais;
    • Apoiar respostas rápidas a incidentes de VCMR e avaliação inicial de riscos;
    • Contribuir para actividades de sensibilização comunitária sobre direitos humanos, igualdade de género e acesso à justiça;
    • Apoiar a recolha de dados e preparação de relatórios periódicos.

    Áreas Temáticas de Atuação

    • Proteção de Mulheres e Raparigas (VCMR);
    • Acesso à Justiça e aos Serviços Paralegais;;
    • Género e Inclusão
    • Mobilização e Sensibilização Comunitária;
    • Proteção Humanitária.

    Requisitos

    • 12ª Classe concluída ou equivalente (formação em Direito, Paralegal ou áreas afins constitui vantagem);
    • Experiência em gestão de caso ou articulação com serviços de saúde, justiça e ação social;
    • Conhecimento sobre a Violência contra as Mulheres e Raparigas (VCMR) e princípios de proteção dirigidos aos sobreviventes;
    • Familiaridade com as normas e princípios do IASC para programação de VBG;
    • Boa capacidade de comunicação em Português (línguas locais como Macua, Kimwani ou Makonde constituem vantagem);
    • Capacidade de trabalhar em contextos humanitários e ambientes de pressão;
    • Conhecimentos básicos de informática (MS Office, KoboToolbox constitui uma vantagem).

     

    Nota: A Girl Child Rights é uma organização que promove igualdade de oportunidades e não cobra qualquer valor durante o processo de recrutamento.